5 reflexões sobre marca e vendas para alavancar sua empresa

Se você é um empreendedor ou executivo e tem em suas mãos, direta ou indiretamente, a responsabilidade do crescimento e das vendas de produtos e serviços de uma empresa, queremos lhe convidar a analisar 5 reflexões sobre marca e vendas que você precisa fazer para alavancar seus negócios. O objetivo é aumentar o faturamento e a rentabilidade da sua operação!

1. Marca mais forte para vender melhor

É fundamental construir uma excelente reputação de marca, uma maior consciência por parte público consumidor (atual e potencial) quanto à existência da sua marca, dos diferenciais, das propostas de valor e de tudo de bom que você pode entregar.
Para isso, é necessário buscar alternativas sustentáveis e economicamente viáveis para o seu porte e nicho de atuação. Nunca esqueça de mensurar o máximo de indicadores para avaliar constantemente se os resultados estão sendo atingidos.

2. Quem não compra seu produto pode ser seu melhor cliente

Esta frase normalmente gera muitas horas de conversa com clientes ou nas consultorias que realizamos. O ponto principal aqui está no entendimento do perfil do cliente. Já pensou em por que alguém não está comprando o seu produto?
Pode ser por não conhecer sua marca ou o que você oferece. Pode ainda ser por não entender como seu produto ou serviço pode lhe ser útil, satisfazendo suas necessidades. Ou, ainda, por ter pré conceitos formados (no caso, errados) que o impede de ir até seus canais, sejam eles físicos ou digitais, e efetuar a compra ou contratação. No entanto, derrubadas essas barreiras, esse pode ser o seu melhor cliente. Pode ter maior poder aquisitivo ou ter maior demanda do que outros clientes para quem atualmente você está vendendo e que, muitas vezes, não são os “clientes perfeitos”.
Pense em formas de buscar esses potenciais clientes, apresentando seus produtos e serviços de forma estruturada, quebrando pouco a pouco as barreiras que fazem com que ele não compre.

3. Alguns dos seus clientes não deveriam ser seu cliente

Pois é, aqui estamos com outra frase paradigmática, que precisa ser compreendida a fundo. Acreditamos que esta seja mais lógica que a anterior, afinal de contas você já deve ter sentido aquela vontade de “despedir” um cliente chato, inadimplente ou “reclamão”, não é mesmo? Tudo bem, pode reconhecer. Ajuda até a aliviar o estresse. Mas voltando ao assunto, isso é extremamente normal. Sabe por quê? Porque muitas vezes e por diversos motivos, vendemos para pessoas que não estão preparadas para consumir/utilizar nossos produtos/serviços ou ainda por exigirem uma atenção totalmente desproporcional ao que estão pagando, seja por não entenderem direito o que compraram ou então por ficarem demandando muito tempo da sua equipe.
Também existem aqueles que não honram com os pagamentos, atrasam, pedem postergação de parcelas, enfim, aquele que você vendeu porque precisava da receita para atingir as metas e agora vai acabar tomando uma puxada de tapete, pois no final das contas, você teve todo um trabalho ou custos de compra e envio da mercadoria e ainda não vai receber por isso. Portanto, é muito bom poder escolher em que momento, condições e para quem vender! Para isso se tornar realidade, você precisa trabalhar para que sua marca seja mais valorizada. E claro, você precisa ter mais pessoas comprando do que você consegue vender. Para isso acontecer, suas estratégias comerciais e de marketing precisam ser de alto desempenho.

4. Meus clientes são meus melhores vendedores

Mais uma máxima que todos sabem, mas não atuam de forma prática para utilizar esse canhão de geração de negócios: a indicação dos clientes. Eles têm condições de falar com propriedade sobre os pontos fortes e fracos do seu produto e serviço, pois são usuários, além de terem uma carga muito maior de imparcialidade.
A taxa de fechamento de negócios provenientes de indicação é 4 a 5 vezes maior que a partir de prospects que não são oriundos de indicação. A questão está em municiar os clientes para eles indicarem você, seja através de cases de seus produtos e serviços, demonstrações, apresentações, explicações, enfim, qualquer tipo de conteúdo que de alguma forma gere identificação a potenciais consumidores. Seu cliente não será o responsável por fechar a venda, cabe a você ter estratégias comerciais e de marketing, para transformar as indicações efetivamente em novos clientes.

5. Não consigo vender a um preço melhor por causa da concorrência

E cá estamos nós em uma outra justificativa furada. O mais agravante é quando a empresa começa a rifar seus produtos e serviços, cobrando cada vez menos, para conseguir “competir” com os concorrentes. Não, não, não.. Tudo errado!
O Preço é o “P” do complexo de marketing, mais “fácil” de se mexer e,  por isso, muitas vezes acaba gerando cenários complicadíssimos. Não queremos entrar em conceitos mais amplos como “elasticidade de preço” ou ainda dissecar “formação de preços”. Nossa missão aqui é mais breve. Antes de focar na guerra de preços, busque diferenciar seu produto, gerar maior atratividade para seus clientes, criando formas de pagamento, agregando valor percebido e/ou qualidade intrínseca. Concentre energia em criar estratégias comerciais e de marketing que sejam mais eficientes. Antes de vender barato, venda melhor.
Isso tem tudo a ver com os outros 4 pontos que falamos nesse artigo: você precisa ter uma marca mais forte, vender para clientes que precisam do seu produto ou serviço e não para aqueles que não merecem tê-lo e, claro, sem deixar de incentivar que eles lhe indiquem.
Esses foram 5 pontos que acreditamos serem bem relevantes e desejamos que você consiga, após análise e reflexão, mudar algumas coisas na maneira como conduz o seu negócio! Se você ainda não leu, sugerimos que acesse outro texto no qual falamos em vendas, onde abordamos uma questão simples, mas necessária: vender mais ou melhor?